Na prática do escritório, a maioria das negativas que analisamos não acontece porque a pessoa não tinha direito. Acontece porque o pedido foi apresentado de forma incompleta.
As falhas mais frequentes
- CNIS com vínculos faltando ou salários errados, sem retificação prévia;
- Documentos médicos genéricos, sem CID e sem relação com a função exercida;
- Pedido do benefício errado para a situação vivida;
- Perda da qualidade de segurado por interrupção de contribuições;
- Ausência na perícia ou falta de resposta às exigências no prazo.
O custo do improviso
Além da frustração, cada negativa custa tempo: novos requerimentos reiniciam a fila e podem alterar a data de início do benefício, o que significa perder retroativos.
Como reduzir o risco
Reunir provas antes de protocolar, revisar o histórico contributivo e escolher o benefício adequado transforma completamente a chance de êxito já na via administrativa.
Cada história tem detalhes próprios, e é justamente neles que mora a diferença entre um pedido negado e um benefício concedido. Se você se identificou com alguma situação deste artigo, converse com uma advogada previdenciarista antes de dar entrada no pedido — uma análise prévia costuma economizar meses de espera.


