Carência é o número mínimo de contribuições mensais exigido para ter direito a um benefício. No auxílio-doença, a regra geral é de 12 contribuições — mas há exceções importantes.
Quando a carência não é exigida
- Acidente de qualquer natureza, dentro ou fora do trabalho;
- Doença profissional ou do trabalho;
- Doenças graves listadas em portaria, como neoplasia maligna, cardiopatia grave, esclerose múltipla, doença de Parkinson e outras.
Perdi a qualidade de segurado. E agora?
Quem volta a contribuir depois de perder a qualidade de segurado precisa cumprir metade da carência (6 contribuições) para voltar a ter direito a benefícios por incapacidade.
Contribuições em atraso contam?
Para o contribuinte individual, recolhimentos feitos depois do adoecimento em regra não são aproveitados para carência. Por isso manter os pagamentos em dia é decisivo.
Cada história tem detalhes próprios, e é justamente neles que mora a diferença entre um pedido negado e um benefício concedido. Se você se identificou com alguma situação deste artigo, converse com uma advogada previdenciarista antes de dar entrada no pedido — uma análise prévia costuma economizar meses de espera.


